domingo, 4 de dezembro de 2011

Batman in the Seventines

Avançando no clima camp do seriado estrelado por Adam West e antecipando a revolução empreendida por Frank Miller, Batman viveu um período de aventuras muito especiais na década de 1970. O vigilante mascarado patrulhava as ruas de Gotham City em noites sujas, temperadas por crimes cruéis e terríveis mistérios, revigorado pelas penas mágicas de Dennis O'Neil e Neal Adams, sob a supervisão de Julius Schwartz.

Foi um período em que se passou a privilegiar o lado detetivesco do herói, que ainda não adotara o tom psicótico de eras posteriores, mas que resgatava o aspecto sombrio do criador Bob Kane. E este encadernado traz uma seleção de histórias marcantes da época, com texto introdutório de O'Neil e pin-ups por artistas diversos.

Batman in the Seventies traz algumas aventuras clássicas já reimpressas em várias ocasiões, bem como raridades e episódios curiosos, mantendo o alto nível. A maioria das histórias é escrita por Dennis O'Neil e ilustrada por Neal Adams, mas também marcam presença outros grandes nomes dos quadrinhos, compondo um painel apreciável da época.

Integram o álbum There is no hope in Crime Alley, em que Bruce Wayne relembra a tragédia que vitimou seus pais, e Daughter of The Demon, a estreia do popular vilão Rã's Al Ghul. Com texto de Elliot S! Maggin e arte de Mike Grell, Robin e Batgirl iniciam uma parceria de sucesso, numa trama de tons sobrenaturais. E, passando para a Terra 2, Paul Levitz e Joe Staton revelam a origem da Caçadora, filha de Batman com a Mulher-Gato.

Texto e arte nessas histórias funcionam em perfeita harmonia, contribuindo para interpretações fascinantes do Cavaleiro das Trevas. Artistas como Neal Adams, Irv Novick e Dick Giordano definiram o estilo adotado para o herói e são influentes ainda hoje. Primando pela naturalidade e por composições arrojadas, certamente ajudaram a desenvolver uma lenda em constante mutação.

Também estão nestas páginas personagens consagrados, como Morcego-Humano, Duas-Caras e, claro, o Coringa. Ele surge como antagonista num dos contos mais inspirados de O'Neil, no qual Batman está envenenado pelo gás do riso.

Mais dois ilustradores com participações significativas no volume são Marshall Rogers, responsável por uma das fases mais celebradas do Morcego, e Alex Toth, mais conhecido por seu trabalho em animações como Space Ghost e Superamigos. O autor contribui com uma história de perseguição aérea de tirar o fôlego, com texto do saudoso Archie Goodwin.

Algumas curiosidades das histórias são o fato de que Batman havia trocado o conforto da Mansão Wayne e a batcaverna por uma cobertura no centro de Gotham, e Bárbara Gordon concorria a um cargo no congresso. São detalhes que enriquecem a experiência de leitura.

Também se destacam o visual do batmóvel e o uniforme da Caçadora, bem diferenciado para a época. Proporcionando imersão profunda num período marcado pela criatividade, esta é uma das melhores seleções de histórias do Batman já reunidas.

Recorde em leilão de quadrinhos do Super-Homem: mais de US$ 2 mi...

NOVA YORK, 1 dez 2011 (AFP) -Uma edição do primeiro livro de história em quadrinhos de Super-Homem, que originalmente custava 10 centavos de dólar, foi leiloada pela quantia recorde de 2,16 milhões de dólares.

O exemplar da Action Comics de 1938, em que ''Superman'' estreou, superou a marca de 1,5 milhão de dólares do ano passado, em um leilão na noite de quarta-feira.

Os leiloeiros do ComicConnect.com disseram que este é "o livro mais importante da história dos quadrinhos" e a "apresentação do arquétipo de todos os outros super-heróis futuros".

A capa da história em quadrinhos mostra o super-herói de capa vermelha, levantando um automóvel verde, enquanto os que observam a cena correm em pânico.

O livro encontra-se em um estado extraordinariamente bom porque ficou desaparecido durante 50 anos, dentro de uma revista velha de cinema.

Autor de quadrinhos processa estúdios por roubar o nome de Cowboys & Aliens...

O autor de uma história em quadrinhos com o mesmo nome do filme “Cowboys & Aliens” processou os produtores do longa e uma editora de revistas em quadrinhos, alegando que eles roubaram sua ideia. Steven John Busti, que vive em Austin, no Texas, entrou com um processo no Tribunal Federal de seu estado, que inclui como réus os estúdiosDreamworks, a Universal Pictures e a Platinum Studios, empresa do ramo de quadrinhos pertencente a Scott Mitchell Rosenberg.

Busti afirma que ele teve a ideia da batalha entre caubóis e alienígenas em 1994, tendo, inclusive, publicado no ano seguinte a história em quadrinhos“Cowboys & Aliens”, em uma revista chamada Bizarre Fantasy.

O processo menciona que a publicação Comic Shop News trouxe uma resenha de “Cowboys & Aliens” na mesma edição em que publicou uma matéria sobre Rosenberg. Coincidencia ou não, foram os estúdios de Rosenberg (Platinum) que, em 2006, lançaram a série de revistas em quadrinhos “Cowboys & Aliens” – a qual também é referida no processo por Busti, que garante ter semelhanças ‘espantosas’ com sua obra.

A Universal e a Dreamworks compraram da Platinum os direitos sobre a obra. O embróglio judicial é mais um ponto negativo de “Cowboys & Aliens”, fracasso de público com arrecadação mundial de pouco mais de US$ 175 milhões – pouco mais do qua custou para ser produzido, segundo o Deadline.

O engraçado dos quadrinhos...

O engraçado dos quadrinhos que eu já li e dos desenhos que já vi, é o seguinte. Ninguém dá um surra no Hulk, é muito engraçado, seja Thor, Capitão Universo, até o Surfista Prateado, mas os desenhos do Superman, é todo o vilão cm poderes e tecnologia super-humanos bate no Superman, mas ai chaga alguém não sei de onde pra ajudar ele. Daí eles vencem o vilão e fica muito bem. Eu não sei se chamo isso de realidade ou que o Hulk é mais forte que o Superman.

Qualquer um pode desenhar quadrinhos...

Qualquer um pode desenhar quadrinhos, é só formar uma dupla. Um cria as histórias e outro é o ilustrador. Também não precisam criar uma realidade fictícia, pode se desenhar sobre o cotidiano de um adolescente e sobre a vida e geral, sabe acontecimentos do cotidiano. Eu me dei conto disso assistindo o filme Anti-Herói Americano, que no caso é uma das melhores adaptações de quadrinhos para o cinema.








sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O Bem dos quadrinhos...

Essa mensagem é para os pais, ficarem sabendo o bem que os quadrinhos fazem a uma criança desde pequena.
Os quadrinhos são muito atrativos as crianças, por conterem muitas imagens, a leitura é praticamente em falas, então tudo isso torna atrativo para a criança aos sete anos em diante ler essas revistas. Mas quando essa criança estiver na pela fase dos onze e doze anos essa criança vai querer ler e aprofundar mais sobre o assunto, lendo em livros sobre ficção cientifica e pesquisar na internet. Eu sei por experiencia própria, eu sou assim, a minha amiga, o irmão dela e meu tio.
Também desenvolvem a imaginação e o gosto pelo desenho.
E por fim a formação de novas amizades pela internet e formação de grupos de quadrinhos, bom tudo isso é para os pais saberem que gibis não é perde de tempo nem gasto desnecessário.






Crise nas Infinitas Terras...

Desde os primórdios dos tempos, uma raça vivia calmamente em Maltus. Os Maltusianos eram um povo altamente avançado em tecnologia, medicina, filosofia, e poderes mentais. Entretanto, um desses habitantes, Krona, queria descobrir os segredos da própria criação do Universo. Construindo uma máquina capaz do feito, ele observou a criação. Ele observou por seu portal uma palma gigantesca com um caldo de estrelas na mão, quando a máquina explodiu. Esta tolice custou caro a toda a existência. Devido a esse ato, fora criado o Universo de Antimatéria, e também o nosso próprio universo fora multiplicado nas Terras Paralelas. A mera existência do Universo de Antimatéria liberou uma onda de mal que corrompeu milhares de mundos. Sentindo-se culpados pela catástrofe, os Maltusianos procuraram meios de acabar com este mal. Uma parte dos Maltusianos afirmava que o mal devia ser destruído, e se retiraram para outra dimensão, e tornaram-se os Controladores. A parte restante dos Maltusianos foram os Guardiões do Universo, que migraram então para o planeta Oa. A princípio, para ajudar a proteger o Universo, eles engendraram uma raça chamada Psíons. Estes se rebelaram. A seguir, os Guardiões criaram os andróides Caçadores Cósmicos, que tiveram um destino parecido. Para impedir que a ordem se perdesse e que o universo entrasse em puro caos, os Guardiões do Universo dividiram todo o universo em 3600 setores, e para cada um deles, foi criado um anel que permitia fazer praticamente qualquer coisa que o usuário desejasse. Cada anel seria entregue aos seres mais honestos, mais destemidos e de maior força de vontade (a qual ativava os poderes do anel). Esses seres passaram a ser conhecidos como a Tropa dos Lanternas Verdes.
Nesse intuito, há milhões de anos, na lua de OA, em nosso universo, surgiu o Monitor. Ao mesmo tempo, por um equílibrio cósmico, na lua do planeta QWARD, no Universo de Antimatéria, surgiu o Anti-Monitor. Sentindo a presença um do outro, ambos empreenderam uma batalha de um milhão de anos até que, após um ataque simultâneo, ambos ficaram imóveis e inconscientes.

Numa das múltiplas Terras, Pária era um cientista que também estava tentando descobrir a origem do universo assim como Krona, para tal ele cria uma câmara que permite que ele veja a gênese de tudo. Porém ao vasculhar os mistérios é desencadeada uma reação que destrói todo o seu universo. Só ele se salva dentro de sua câmara. A explosão reverberou pelos universos e acordou o Anti-monitor, como também o seu contrário, o Monitor. O Monitor percebendo os planos de seu irmão, construiu um satélite onde catalogou os heróis e vilões de todos os universos para quando chegasse a hora eles pudessem deter os planos do Anti-monitor. Pária é condenado a ir para onde a destruição está acontecendo e o Monitor o acompanha. Numa de suas viagens, o Monitor encontra Lyla vagando no mar, tendo sobrevivido a um acidente de barco que matou sua família, sendo assim ele a treina para ser sua ajudante, a Precursora.

Anti-monitor, livre, então libera a Onda de Anti-matéria que avança sobre os vários universos a fim de aumentar seu poder; vemos a destruição da Terra 3, um planeta singular, pois nele só há um herói: Alexander Luthor, casado com "Mirian" Lois Lane. Os vários vilões desse planeta se autodenominavam Sindicato do Crime e no momento final eles tentam salvar o mundo que tantas vezes tentaram conquistar. Pária, uma figura encapuzada e misteriosa, que aparece onde a destruição está próxima surge. Alexander Luthor Junior, numa sequência parecidíssima com o envio de Kal-el por Jor-el para a Terra, filho de Alexander Luthor, é enviado antes do planeta ser destruído, numa nave, para onde outros possam acolhê-lo. O bebê é resgatado e levado para o satélite do Monitor. Durante a passagem pela fenda vibracional que separa os universos, a criança se torna um misto de matéria e anti-matéria, um pedaço dos dois universos contrários, alterando sua estrutura molecular e fazendo com que ele passa da infância à idade adulta em poucos dias. A paisagem dos planetas é modificada: vemos terremotos, maremotos, vulcões em erupção, falhas temporais, céus vermelhos. O primeiro time é convocado pelaPrecursora, heróis e vilões de várias épocas e mundos, são eles: Solivar, Pirata Psíquico, Flamejante, Psimon, Besouro Azul, Geoforça dosRenegados, Nuclear, Nevasca, Superman da Terra Paralela (Superman da Terra 2), Arion da Atlântida, Doutor Polaris, Manto Negro, Cyborg dos Novos Titãs, Vésper da Legião dos Super-Heróis e um Lanterna Verde (John Stewart - no começo da carreira). A sua primeira missão é defender cinco dispositivos colocados pelo Monitor em cinco épocas e mundos diferentes para impedir o avanço da Anti-matéria. Muitos são feridos em combate com as forças do Antimonitor, enquanto isso os outros heróis dos vários mundos tentam ajudar a população em pânico nas cidades, a CRISE chega na Terra Ativa e Paralela (Terras 1 e 2 na versão original), não importando a época, até mesmo no século XXX, a Legião de Super Heróis luta contra as forças do Antimonitor. Heróis que não possuem poderes (como Batman e toda a galera de Gotham – com ênfase para a Bat-moça) questionam o seu papel e atestam sua impotência; mas a participação de todos é indispensável. O Flash (Barry Allen) corre desesperadamente pelas várias linhas temporais tentando avisar sobre a catástrofe eminente. A Precursora foi dominada pelo Anti-monitor e acaba por matar o Monitor, no final do quarto capítulo. É interessante notar uma falha de argumento que só foi percebida quando a revista já estava na gráfica, o capítulo três termina com a Precursora ameaçando o Monitor, e quando o quarto capítulo começa esse fato é esquecido. O Monitor já previa sua morte e com ela foram liberadas energias necessárias para que os dispositivos colocados por ele e defendidos pelos heróis fossem ativados. A ameaça da Anti-matéria está por hora contida. O objetivo é fazer com o Universo torne-se apenas um como deveria ter sido desde a Aurora dos Tempos. Surge um Limbo, um sub-universo onde a Terra 1 e 2 estão separadas apenas por uma vibração que diminui constantemente e que acabará por fundí-las e destruí-las. Todos os heróis das Terras Ativa e Paralela são convocados, então, a tentar salvar as últimas três Terras restantes (a X, a 4 e a S). Eles no entanto enfrentam muitas dificuldades pois os heróis daquelas respectivas Terras, dominados pelo Pirata Psíquico, os enfrentam. O Anti-Monitor, então, ataca o satélite no limbo do falecido Monitor. Num último ato, com vistas a salvar as Terras em perigo, a Precursora explode-se no centro do satélite, fazendo com que este suma e as três Terras restantes juntem-se à Ativa e à Paralela no limbo temporal.

Lyla, Alex Luthor e Pária convocam Lady Quark, a última sobrevivente da Terra 6, seu planeta destruído pela onda de Anti-matéria, oSuperman da Terra 1 e o Superman da Terra 2, Tio Sam da Terra X, o Capitão Marvel da Terra S e o Besouro Azul da Terra 4; representantes de seis universos, cinco dos quais ainda vivos, para explicarem a origem da Crise, do Monitor e do Anti-Monitor.

Esclarecido tudo isso, são reunidos os maiores heróis dos planetas, aqueles com muitos anos de experiência, entre eles estão: Supergirl,The Ray, Capitão Átomo, Capitão Marvel, Nuclear, Mulher-Maravilha, Caçador de Marte, Doutora Luz, Mon-El, Lanterna Verde. Alexander Luthor torna-se um túnel através do qual os guerreiros passam para atingir o universo de anti-matéria, sendo guiados por Pária. Seu objetivo é invadir a fortaleza do Anti-Monitor e destruir as máquinas que estão diminuindo a vibração que separa as Terras. É difícil atingir esse objetivo: muitos são feridos no caminho e só o Superman e a Doutora luz conseguem ultrapassar os obstáculos. Quando o Superman está prestes a destruir as máquinas, o Anti-Monitor surge das trevas e o ataca. Supermoça avança sem questionar, mesmo sabendo que este ato poderá causar tamanha dor à seu primo, poderá matá-la. A Doutora Luz ataca o Anti-Monitor, mas não consegue detê-lo. Supermoça ataca enlouquecida, destruindo o traje de contenção do Anti-Monitor, fazendo com que sua energia comece a dispersar-se, ela manda a Doutora Luz levar o Superman ao encontro dos outros heróis enquanto há tempo. Mas Luz insiste em ajudá-la, num momento de descuido a Supermoça é atingida por uma rajada. O Anti-Monitor foge. É um dos momentos mais emocionantes da série: Superman a segura nos braços e ela morre pedindo para que ele não chore, pois foi ele que a ensinou a ser corajosa e ela realmente aprendeu. A fusão das Terras é contida, mas um preço alto é pago. Segue-se o funeral, onde Bat-moça fala emocionada sobre a amiga e heroína. Depois vemos o Superman falando para o corpo sem vida antes de levá-lo para o Sol, que todos os sonhos que eles compartilhavam juntos irão continuar vivos... Em meio as reações frente à morte da Supermoça, o Antimonitor já recuperado começa a construir um Canhão de anti-matéria, o Flash consegue livrar-se do domínio do Pirata Psíquico e o força a ajudá-lo a dominar os servos do Anti-Monitor que o atacam. O Flash assim chega a fonte de energia do canhão e correndo velozmente impede que a energia saia e a faz voltar para a máquina que se destrói. No entanto, durante sua corrida desesperada ele começa a viajar no tempo e seu corpo começa a destruir-se passando pelos diversos estágios que o vimos durante os primeiros capítulos da saga. É a morte de outro herói.

Poderosa...

Kara Zor-L era prima de Kal-L, o Superman da Terra-2. Ela fez parte da Corporação Infinitoe, durante a Crise nas Infinitas Terras, devido ao caos causado pelo ataque do Antimonitor, ele acabou sobrevivendo à fusão entre a Terra-1 e a Terra-2, sem memória de seu passado. A princípio, ele achou que era prima do Superman daquele Universo, o que, mais tarde, provou-se como falso. Em seguida, ele foi levada a acreditar que era neta do feiticeiro Atlante Arion, o que ela também descobriu ser mentira muito tempo depois. Finalmente, durante a Crise Infinita, ele conheceu Kal-L e descobriu a verdade sobre seu passado. Nesse meio tempo, ela adotou a identidade de Karen Starr e fundou uma companhia de Softwares, além de participar da Liga da Justiça Internacional e da Sociedade da Justiça da América, onde se tornou a primeira líder mulher da equipe. Recentemente, ela acolheu uma jovem mutante chamada Terra, que tornou-se sua grande amiga, e fundou o SJA All-Stars, uma equipe com um foco mais pró-ativo, ao lado de Magog.
Basicamente, ela possuía os mesmos poderes de Superman, bem como suas fraquezas. Após Crise, foi descoberto que ela não erakryptoniana, então kryptonita não era capaz de feri-la. Após ferida por Homem-Cinza, ela teve seus poderes visuais estirpados e sua força e agilidade diminuiram, apesar de ainda serem super-humanos. Recentemente, seus poderes visuais voltaram (ver acima). Nada foi dito quando seu status de Kriptoniana foi restaurado sobre a vulnerabilidade a Kriptonita, mas uma vez que a kriptonita do nosso universo não afeta Superboy Prime, pode-se supor que pode não afetá-la por ser ela também de outro universo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Quadrinhos variados...

Ler quadrinhos até se tornando cada vez mais popular ao redor do mundo, inclusive para apreender novas linguás. Eu aqui no Brasil para estudar compro um quadrinhos em inglês, será que existem pessoas em outras partes do mundo que compram quadrinhos em português? Com certeza. Agora também tem pessoas que preferem ver filmes ao invés de ler quadrinhos, mas o que não sabem é que os quadrinhos são muito melhores que os filmes.O que eu posso disser é que os quadrinhos do Lanterna Verde, é muito melhor que o filme, inclusive há uma minissérie em quadrinhos que conta exatamente a história do filme baseada na original.